Rio amplia aparato de segurança com uniformes, viaturas e equipamentos para nova Força Municipal

Foto: Divulgação
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A Força Municipal de Segurança do Rio de Janeiro apresentou nesta quarta-feira (4) os novos uniformes táticos, viaturas, armamentos e equipamentos operacionais que farão parte da estrutura dessa divisão de elite da Guarda Municipal, em evento com a presença do prefeito Eduardo Paes, do vice-prefeito Eduardo Cavaliere e do diretor-geral da corporação. A medida antecede o início das operações programado para março de 2026, quando os agentes começam a atuar nas ruas da cidade. 

Segundo as autoridades municipais, a divisão contará com cerca de 600 agentes, que serão equipados com uniformes especiais, coletes balísticos, pistolas calibre 9 mm e dispositivos de menor potencial ofensivo, como spray de pimenta, gás lacrimogêneo, tonfas e tasers. A corporação também contará com 118 veículos, incluindo picapes, motocicletas e vans, para reforçar o patrulhamento tanto motorizado quanto a pé em áreas estratégicas. 

A atuação da Força Municipal será guiada por análises de manchas criminais, com foco no combate a roubos e furtos de rua, e integrará ronda motorizada e patrulhamento em duplas ou trios, segundo a Prefeitura. A estratégia de atuação foi planejada para complementar o trabalho das polícias Militar e Civil, liberando efetivo dessas corporações para outras frentes, como enfrentamento ao crime organizado. 

Outra novidade anunciada foi a obrigatoriedade do uso de câmeras corporais individuais. De acordo com os gestores, esse equipamento garantirá maior transparência nas ações, registrando abordagens e ocorrências, além de contribuir para a produção de provas e a proteção tanto dos agentes quanto da população durante as operações. 

A Prefeitura também destacou a integração da Força Municipal com a Sala de Monitoramento e Gestão Operacional do Centro de Operações e Resiliência (COR), que permitirá o acompanhamento em tempo real das ações dos agentes nas ruas. As primeiras bases deverão ser instaladas em pontos como Leblon, Piedade e Campo Grande, com expansão gradual prevista conforme o desenvolvimento do trabalho. 

Foto e crédito: divulgação da Prefeitura do Rio de Janeiro/Beth Santos

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