Uma paciente de 64 anos morreu após contrair HIV em decorrência de um transplante realizado com órgãos contaminados no estado do Rio de Janeiro. O caso ganhou grande repercussão e levanta questionamentos sobre os protocolos de segurança adotados em procedimentos desse tipo.
De acordo com informações da Secretaria de Estado de Saúde (SES), a mulher estava sendo acompanhada há cerca de um ano e cinco meses após a identificação da infecção. Ela chegou a receber assistência médica contínua, com monitoramento da equipe especializada.
A morte ocorreu no dia 18 de março, após um período de internação. Ainda segundo a SES, a paciente teve acesso a todos os cuidados necessários durante o tratamento.
O caso está relacionado a transplantes realizados com órgãos contaminados por HIV, situação que levou à interdição do laboratório responsável pelos exames. As circunstâncias do ocorrido seguem sendo apuradas pelas autoridades, e o episódio reacende o debate sobre falhas em processos laboratoriais e a necessidade de maior rigor na fiscalização.
Foto: Renan Areias / Arquivo